Mãe e padrasto são detidos após morte de criança de 1 ano, em Colares

O padrasto da criança, João Manoel da Silva Ferreira, foi detido após ser apontado como suspeito de envolvimento na morte.

Publicado em 11 de setembro de 2026 às 14:45

Homem é preso suspeito de envolvimento na morte da enteada de 1 ano
Homem é preso suspeito de envolvimento na morte da enteada de 1 ano Crédito: Reprodução: Reedes Sociais

A morte de Lívia Cecília da Silva Campos, de 1 ano e 3 meses, mobilizou a Polícia Militar nesta sexta-feira (11), na zona rural de Colares, no nordeste do Pará. O padrasto da criança, João Manoel da Silva Ferreira, foi detido após ser apontado como suspeito de envolvimento na morte. A mãe da menina, Emily da Silva do Carmo, também foi levada para a unidade policial.

Segundo a Polícia Militar, após tomar conhecimento da ocorrência, a equipe recebeu a informação de que João Manoel estaria nas proximidades de uma caixa d’água, na comunidade da Fazenda. Os policiais foram até o local e encontraram o suspeito, que recebeu voz de prisão.

Lívia Cecília foi encontrada sem vida e, conforme informações repassadas pela PM, apresentava lesões contundentes em diferentes partes do corpo. As circunstâncias da morte e a dinâmica do que aconteceu ainda estão sendo apuradas.

Depois de ser localizado, João Manoel foi encaminhado à delegacia, onde permanece sob custódia e à disposição das autoridades. A mãe da criança também foi conduzida à unidade para prestar esclarecimentos.

Segundo informações divulgadas por veículos de comunicação que acompanham o caso, Emily estaria grávida e teria recebido atendimento médico após a ocorrência.

Áudios feitos por moradores apresentam a versão de que Emily teria saído de casa para comprar pão e não estaria no local no momento em que a criança teria sido agredida. Nas gravações, moradores pedem cautela e alertam para que não sejam feitas acusações ou julgamentos antes da conclusão da investigação.

A Polícia Civil ficará responsável por investigar a morte de Lívia Cecília e esclarecer a participação de cada pessoa envolvida. João Manoel é tratado, neste momento, como suspeito, e a eventual responsabilidade pela morte deverá ser definida a partir das provas reunidas durante a investigação.

O caso segue em apuração. Até o esclarecimento oficial dos fatos, informações não confirmadas devem ser tratadas com cautela.