Publicado em 14 de março de 2026 às 18:52
Um motociclista se revoltou durante uma abordagem realizada por agentes de trânsito em Belém após perceber que um dos servidores estava com a identificação encoberta no colete. A situação ocorreu no momento em que o condutor teria sido autuado por uma suposta irregularidade.
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Durante a fiscalização, o motociclista passou a questionar o fato de que o nome do agente não estava visível, pois a identificação estaria tampada por uma câmera acoplada ao colete do servidor. Nas imagens, o condutor afirma que a situação estaria irregular e reclama que não seria possível saber quem estava realizando a autuação.>
Ainda segundo o relato, outro agente que acompanhava a abordagem estava com a identificação exposta corretamente no uniforme.>
De acordo com princípios da administração pública e normas de identificação funcional adotadas por diversos órgãos de fiscalização, os agentes em serviço devem portar identificação funcional visível, justamente para garantir transparência e permitir que o cidadão saiba quem está realizando a abordagem ou fiscalização.>
A identificação facilita, por exemplo, eventuais registros de reclamações, denúncias ou elogios relacionados à atuação do servidor público.>
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade de Belém (Segbel) para saber se há orientação específica para que a identificação dos agentes de trânsito permaneça sempre visível, mesmo quando utilizam equipamentos como câmeras corporais, e aguarda posicionamento do órgão.>