Mulher encontrada morta no Tapanã era pastora da Assembleia de Deus

Vítima foi encontrada morta a facadas na porta de uma residência na manhã do domingo (30)

Publicado em 31 de agosto de 2026 às 07:44

Mulher encontrada morta no Tapanã era pastora da Assembleia de Deus
Mulher encontrada morta no Tapanã era pastora da Assembleia de Deus Crédito: Redes sociais 

Uma mulher foi encontrada morta com marcas de golpes de faca na manhã de domingo (30), no bairro do Tapanã, em Belém. A vítima foi identificada como Renata, conhecida por pessoas da região como pastora de uma igreja Assembleia de Deus.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais quando moradores compartilharam mensagens na tentativa de identificar a mulher encontrada caída e ferida em frente a uma residência.

Após o acionamento do Centro Integrado de Operações (Ciop), uma equipe do 24º Batalhão da Polícia Militar foi enviada ao endereço. A área foi isolada para preservar possíveis vestígios e permitir a realização da perícia.

Durante os primeiros levantamentos, moradores contaram aos policiais que a mulher estaria vivendo em situação de rua. Eles também relataram que Renata teria sido pastora antes de deixar a congregação. 

Nas proximidades do corpo, foram encontrados objetos como um carregador de celular, um cachimbo e um isqueiro. A Polícia não informou se os materiais têm qualquer relação com o crime.

Outro elemento que chamou a atenção dos investigadores foi a presença de marcas de sangue nas proximidades de onde a vítima foi encontrada. A suspeita inicial é de que a vítima possa ter sido atacada em outro ponto ou levada até o local onde foi encontrada. A dinâmica da ocorrência ainda será esclarecida pela investigação.

Equipes da Polícia Científica do Pará e da Divisão de Homicídios da Polícia Civil estiveram na área para realizar os procedimentos necessários e iniciar a coleta de informações que possam ajudar na identificação do responsável.

Até o momento, não há informações oficiais sobre a motivação do homicídio ou sobre a identidade do criminoso. A Polícia Civil deve ouvir testemunhas e buscar imagens de câmeras de segurança para investigações.