Publicado em 22 de agosto de 2026 às 09:52
A Polícia Civil prendeu, na manhã de quinta-feira (20), um homem apontado pelas investigações como um dos responsáveis por ordenar o ataque a tiros que matou a bebê Ísis Emanuelle, de 1 ano, e deixou outras três pessoas feridas em Marabá, no sudeste do Pará. Francisco Willian Viana de Sousa, conhecido como “Tony Cross”, foi localizado na Folha 10, no Núcleo Nova Marabá.
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A prisão ocorreu durante a Operação Ponto Crítico VII, realizada por equipes da Delegacia de Homicídios e da 21ª Seccional Urbana de Marabá. Contra o suspeito havia um mandado de prisão preventiva.>
Segundo a Polícia Civil, “Tony Cross” também é investigado por integrar a chamada “disciplina geral” de uma facção criminosa que atua no estado. Durante a abordagem, os agentes encontraram ainda porções de material semelhante a drogas. O caso será apurado em procedimento separado.>
O crime ocorreu em agosto de 2025, na Folha 33. Segundo as investigações, homens armados foram até o local para atacar um homem identificado como “Marcos”, que seria o alvo dos criminosos.>
Os disparos, no entanto, atingiram outras pessoas. A bebê Ísis Emanuelle, de apenas 1 ano, foi baleada e morreu. A mãe da criança, uma adolescente de 17 anos e o homem apontado como alvo também foram atingidos.>
O ataque aconteceu nas proximidades do campo de futebol Xaxuricão e provocou forte repercussão na cidade.>
As investigações apontaram Wallisson Pinto da Silva, conhecido como “Pezão”; João Neto, o “Bigode”; e Watilla Rafael Barbosa de Matos como suspeitos de participação na execução do ataque.>
“Pezão” morreu durante um confronto com policiais civis e militares em 15 de agosto de 2025. Já “Watilla” e “Bigode” foram presos quatro dias depois, em ações realizadas no Residencial Tiradentes e na Folha 6, respectivamente.>
Com a prisão de “Tony Cross”, a Polícia Civil busca avançar na identificação de todos os envolvidos e esclarecer a estrutura utilizada para planejar o atentado.>
O suspeito permanece à disposição da Justiça. A responsabilidade criminal de cada investigado será definida ao longo do processo judicial.>