Publicado em 16 de setembro de 2026 às 10:05
O samba, o batuque e os ritmos ancestrais da Amazônia tomam conta da varanda do Museu das Amazônias (MAZ) nesta sexta-feira, 18, a partir das 17h. A nona edição, que ocorre em setembro, do MAZ Música, programação gratuita que celebra as sonoridades amazônicas, chega com o tema "Som de Batuque", unindo a cadência do samba, tambores e ancestralidade Amazônica em uma noite dedicada também à defesa da fauna, flora e das águas da região.>
O MAZ Música cumpre um papel importante para a valorização das expressões culturais amazônicas. Ao dar palco a manifestações populares enraizadas no território, o evento reafirma que cultura e natureza caminham juntas: defender a floresta é também defender quem faz essa cultura pulsar, seja nas comunidades ribeirinhas, nas periferias urbanas ou nas rodas de samba que resistem há gerações.>
A programação começa com uma oficina gratuita de dança, às 17h, onde o público aprenderá, com a bailarina e professora de dança Taynara Garcia, os primeiros passos do samba antes dos shows. Em seguida, o palco recebe três atrações que traduzem a força cultural da cidade.>
A festa começa com a discotecagem do Seu Edvaldo e segue com os shows do Batuque da Lua Crescente, grupo de carimbó formado por mulheres, pessoas trans e travestis de Belém e Ananindeua, que transforma o batuque em resistência e celebração.>
O Lua Crescente deve lançar, de forma inédita, durante o show, a música “A Nega”, que mistura o carimbó ao Pajubá, linguagem característica da comunidade LGBTQIAPN+, para abordar a liberdade feminina. O single é uma parceria do grupo com as artistas Argaby e Laiana do Socorro.>
A noite segue com a apresentação do Fé no Batuque, roda de samba com sotaque paraense e mais de 11 anos de estrada, referência na ocupação cultural do Samba Batuque da Feira do Açaí, levando ancestralidade e brasilidade ao público.>
"A programação desta sexta é um convite para sentir a Amazônia pelo corpo, pelo som e pelo encontro. Em setembro, o batuque assume o palco como símbolo de ancestralidade e resistência e também como lembrete de que defender a floresta é defender também quem faz a sua cultura pulsar", destaca Camila Costa, gerente técnica do MAZ.>
O MAZ Música retorna, em setembro, à varanda do museu, seu espaço habitual, após a edição inédita de agosto, realizada a bordo de uma embarcação em homenagem ao tecnobrega e marcada pelo sucesso de público.>
Serviço>
Local: Varanda do Museu das Amazônias — Complexo Porto Futuro>
Data: Sexta-feira, 18 de setembro>
Horário: 17h — Oficina gratuita de dança | 18h30 — Shows com Batuque da Lua Crescente e Fé no Batuque, com discotecagem de Seu Evaldo.>
Entrada gratuita>
Sobre o MAZ>
O Museu das Amazônias é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura do Pará, do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet - Lei Federal de Incentivo à Cultura, e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com concepção e implementação do idg- Instituto de Desenvolvimento e Gestão e do Museu Paraense Emílio Goeldi. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceiro Estratégico e conta com o apoio financeiro da Finep e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do patrocínio internacional do CAF - Banco de Desenvolvimento da América Latina. O patrocínio nacional é da Hydro e da New Fortress Energy. O projeto também conta com o co-patrocínio da Ipiranga, do Grupo Carrefour, e com o apoio do Mercado Livre, da Ultracargo e do Grupo BID.>
Sobre o IDG>
Há mais de 20 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.>
Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife. Também são gestores operacionais do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e do Museu das Amazônias, em Belém.>