Paraense Milton Cunha lembra do fim do casamento de 12 anos

Blogueirinha chegou ao assunto falando sobre o apartamento de Milton, em Copacabana

Publicado em 20 de outubro de 2026 às 11:12

Milton Cunha fala sobre a separação do relacionamento de 12 anos
Milton Cunha fala sobre a separação do relacionamento de 12 anos Crédito: Divulgação GNT

O carnavalesco paraense Milton Cunha abriu o coração durante entrevista com a Blogueirinha, nesta segunda-feira (19). Ele contou sobre o fim do seu último casamento, com o profissional de educação física e passista Eduardo Costa. Atualmente, Milton namora o corretor de imóveis Vitor Moraes.

Blogueirinha chegou ao assunto falando sobre o apartamento de Milton, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele lembrou que comprou o imóvel financiado em 2007. "Morei nessa casa com o Eduardo, quando nos conhecemos eu já a tinha. Compro em 2007, o conheço em 2009, ficamos até 2024. A casa já era minha, mas claro que ao sair, dou uma casa pra ele", ressaltou.

O apresentador ainda entregou que além destes imóveis, tem mais uma dezena com parte dos seus investimentos. "Fiz um show com Beth Carvalho no Iate Clube, ganhei uma grana em dólar e saí comprando e pagando financiamentos. Paguei tudo e já estou na décima casa. Deus foi bom comigo", disse.

Ainda sobre o término do relacionamento ele explicou do motivo do fim. "Deu certo, foram 12 anos juntos e está bom. Os últimos 3 já foram difíceis, de dor. É difícil ir perdendo a admiração, a vontade de estar junto. Vamos empurrando com a barriga e começamos a organizar o momento do adeus", lembrou.

"Ele foi ficando ciumento demais, foi reclamando da minha vida, que é muito corrida e desesperadora. É muito samba, Carnaval, com gente puxando. A pessoa vai mudando ao longo do tempo e perdendo algumas seguranças. Ou talvez eu estivesse mudando, e acho que mudei muito. Sempre lutei para isso, quando cheguei, queria me sentir mais confortável. Ele não soube lidar com a minha fama", avaliou.

"O momento final, da despedida, foi quando chegamos do prêmio Estandarte de Ouro. O carro para, eu vou pagar o motorista e ele sobe direito. E quando eu vejo, estou sozinho na calçada. É metafórico, emblemático, porque a solidão que você sente, mesmo acompanhado, é um problema", refletiu.