Publicado em 11 de maio de 2026 às 10:17
O badminton brasileiro mostrou sua força e técnica em solo mexicano. Neste domingo (10), a delegação encerrou sua trajetória no Mexican International Challenge com um desempenho de encher os olhos: o Brasil garantiu o primeiro lugar no quadro geral de medalhas, somando dois ouros, uma prata e dois bronzes. As quadras de Aguascalientes foram palco de partidas emocionantes que consolidaram o favoritismo dos atletas nacionais na região.>
O grande destaque individual ficou para Jonathan Matias. Entrando no torneio como o principal cabeça de chave no simples masculino, ele não deu chances para a zebra. Na final, Jonathan dominou o italiano Fabio Caponio, fechando o jogo em 2 a 0, com parciais de 21/11 e 21/14, e garantindo o lugar mais alto do pódio.>
A emoção continuou na categoria de duplas mistas, que encerrou a programação oficial. Em um confronto eletrizante e decidido nos detalhes, Davi Silva e Sania Lima superaram os indianos Dhruv Rawat e K. Maneesha por 2 a 1. A vitória foi suada, com parciais de 21/19, 23/25 e 24/22, mostrando o poder de reação da dupla brasileira nos momentos decisivos.>
No setor feminino, Juliana Viana lutou bravamente na final de simples. Após vencer o primeiro set, ela acabou sofrendo a virada da indiana Shriyanshi Valishetty (2 a 1) e ficou com a medalha de prata. No entanto, Juliana não voltou para casa apenas com esse prêmio; no sábado (09), ela já havia garantido o bronze nas duplas femininas ao lado de Sania Lima. Outro bronze importante veio com Donnians Oliveira, que alcançou a semifinal do simples masculino.>
Nem tudo foi perfeito, mas o balanço seguiu positivo. O país flertou com mais medalhas nas quartas de final de duplas masculinas e mistas, porém, o atleta Fabricio Farias sofreu um desconforto nas costas. Por precaução e integridade física, suas parcerias com Jaqueline Lima e Davi Silva precisaram abandonar as disputas por W.O.>
Ainda assim, a hegemonia brasileira no torneio reforça o crescimento da modalidade no país, colocando o Brasil como uma potência ascendente no cenário das Américas.>