Publicado em 20 de julho de 2026 às 09:58
A conquista da Copa do Mundo de 2026 não rendeu apenas o troféu à Espanha. Com a campanha vitoriosa, a seleção europeia também alcançou o primeiro lugar no ranking da Fifa, ultrapassando outras potências do futebol mundial.>
O desempenho consistente ao longo do torneio foi determinante para a subida dos espanhóis, que somaram pontos importantes ao longo da competição. A equipe já vinha em ascensão e consolidou a liderança após superar adversários de peso até a decisão.>
Por outro lado, seleções tradicionais sofreram alterações significativas na classificação. Mesmo eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo, o Brasil conseguiu melhorar a sua posição no ranking da FIFA. A Seleção Brasileira subiu da 6.ª para a 5.ª posição. A seleção mexicana foi quem mais cresceu dentro do top-10. Os anfitriões da Copa do Mundo subiram de 14.º para a 10.ª posição.>
Veja o Top-10:>
Espanha (+30,27 pontos): 1.995,88>
Argentina (+0,00 ponto): 1.970,37>
França (+0,00 ponto): 1.948,97>
Inglaterra (+33,41 pontos): 1.922,83>
Brasil (+0,00 ponto): 1.804,92>
Marrocos (+0,00 pontos): 1.803,99>
Portugal (+0,00 ponto): 1.787,85>
Bélgica (+0,00 ponto): 1.778,36>
Holanda (+0,00 ponto): 1.775,54>
México (+0,00 ponto): 1.754,30>
O Uruguai foi uma das decepções desta Copa do Mundo. A seleção caiu para o 20º lugar no ranking da Fifa, queda de quatro posições em relação ao início do torneio. Colocado em um grupo com Arábia Saudita, Cabo Verde e Espanha, o time de Marcelo Bielsa foi eliminado na fase de grupos e enfrentou uma série de problemas internos ao longo da competição.>
A atualização do ranking evidencia o impacto direto da Copa do Mundo na hierarquia do futebol internacional. Competições desse porte costumam provocar mudanças expressivas, já que envolvem confrontos entre seleções de alto nível e grande pontuação em jogo.>
Além da Espanha no topo, o novo cenário mostra uma disputa mais equilibrada entre as principais seleções, com diferenças menores de pontos entre os primeiros colocados. Isso indica que o ciclo até o próximo Mundial deve ser marcado por maior competitividade.>
Texto por Pedro Moraes, com a supervisão de Danielle Zuquim.>