Publicado em 2 de julho de 2026 às 09:55
A seleção da França alcançou um feito histórico na Copa do Mundo de 2026. Com o desempenho de Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé e Michael Olise, os franceses igualaram uma marca que, até então, pertencia exclusivamente ao Brasil campeão mundial de 2002.>
A equipe comandada por Didier Deschamps tornou-se apenas a segunda seleção neste século a contar com três jogadores que participaram diretamente de pelo menos cinco gols em uma mesma edição da Copa do Mundo.>
O primeiro time a atingir esse patamar foi a Seleção Brasileira de Luiz Felipe Scolari, na campanha do pentacampeonato, quando Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho protagonizaram uma das maiores atuações ofensivas da história dos Mundiais.>
Na Copa de 2002, Ronaldo terminou como artilheiro com oito gols, Rivaldo contribuiu com cinco gols e uma assistência, enquanto Ronaldinho marcou duas vezes e distribuiu três assistências.>
Agora, em apenas quatro partidas disputadas no Mundial de 2026, o trio francês já soma 19 participações diretas em gols.>
Mbappé lidera as estatísticas da equipe, com seis gols e duas assistências. Dembélé balançou as redes quatro vezes e ainda deu duas assistências. Já Michael Olise se consolidou como principal garçom da competição, acumulando cinco assistências.>
Os números foram construídos nas vitórias por 3 a 1 sobre Senegal, 3 a 0 diante do Iraque e 4 a 1 contra a Noruega, ainda pela fase de grupos, além do triunfo por 3 a 0 sobre a Suécia na segunda fase do torneio.>
A eficiência ofensiva reforça o favoritismo francês na busca pelo tricampeonato mundial. Campeã em 1998 e 2018, além de vice em 2022, a França volta a apresentar um dos ataques mais letais da competição, liderado por Mbappé e cercado por jogadores decisivos.>
O próximo desafio dos franceses será pelas oitavas de final. A equipe enfrentará o Paraguai, que surpreendeu ao eliminar a Alemanha na fase anterior. A partida está marcada para este sábado, às 18h (horário de Brasília), no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos.>
Caso mantenha o alto desempenho ofensivo, a França poderá não apenas superar a marca histórica do Brasil de 2002, mas também consolidar um dos ataques mais produtivos da história recente das Copas do Mundo.>