Publicado em 26 de março de 2026 às 07:36
A Itália volta a enfrentar um cenário que se transformou em pesadelo recente: a disputa da repescagem das Eliminatórias Europeias em busca de vaga na Copa do Mundo FIFA de 2026. Ausente das duas últimas edições do Mundial, a tetracampeã tenta evitar uma terceira eliminação consecutiva antes da fase final, em meio a desconfiança e forte pressão por resultados.>
A seleção italiana carrega o peso de fracassos recentes. Em 2018, caiu diante da Suécia na repescagem e ficou fora da Copa da Rússia. Quatro anos depois, sofreu nova eliminação inesperada, desta vez contra a Macedônia do Norte, ficando novamente fora do Mundial do Catar. Nas últimas Copas que disputou, em 2010 e 2014, a equipe também decepcionou ao ser eliminada ainda na fase de grupos.>
Agora sob o comando do técnico Gennaro Gattuso, que assumiu a seleção em setembro do ano passado, a Itália tenta iniciar uma reconstrução. O treinador soma cinco vitórias em seis partidas, mas a recente derrota por 4 a 1 para a Noruega aumentou a pressão e gerou questionamentos sobre o desempenho da equipe.>
Na entrevista coletiva antes do confronto decisivo, Gattuso reconheceu o tamanho do desafio e destacou a necessidade de resposta imediata dentro de campo. O primeiro obstáculo será contra a Irlanda do Norte, em partida marcada para esta quinta-feira, em Bérgamo.>
Caso avance, a seleção italiana disputará a vaga no Mundial contra o vencedor do duelo entre País de Gales e Bósnia e Herzegovina, em confronto único que definirá quem seguirá para a Copa do Mundo.>
A repescagem representa mais do que uma classificação para os italianos: é a oportunidade de encerrar um ciclo recente de frustrações e recolocar uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial novamente entre as protagonistas do cenário internacional.>