Publicado em 13 de abril de 2026 às 12:36
O empate em 1 a 1 com o Brusque, na Curuzu, acendeu o sinal de alerta no Paysandu. Apesar de considerar a atuação positiva, o técnico Júnior Rocha fez duras críticas à arbitragem da partida.>
Em entrevista coletiva, o treinador classificou como confusa a atuação do árbitro Tarcizo Pinheiro Caetano, destacando inconsistências nos principais lances do jogo. Segundo Rocha, decisões importantes, como o pênalti marcado a favor do Paysandu e o gol do adversário, geraram dúvidas.>
O comandante bicolor chegou a afirmar que a equipe tem enfrentado dificuldades para validar seus gols, citando episódios recentes em que lances foram anulados ou contestados. Para ele, esses momentos acabam influenciando diretamente no andamento das partidas.>
"Estamos em uma sina. Temos que fazer dois gols pra valer um. Foi assim contra o Volta Redonda-RJ e hoje novamente. No momento, esse gol faria total diferença na partida, pois estávamos em cima do adversário e um gol anulado daquela maneira, sem ninguém entender. Eu não falo de arbitragem, não sou capacitado para isso, mas se sai gol era um momento em que o jogo se tornaria totalmente diferente. O gol também que o Brusque fez achei carga em cima do Marcinho, um pênalti que ele deu pra nós também foi duvidoso Enfim... uma arbitragem confusa de Série C”, disse.>
Apesar das críticas, Júnior Rocha elogiou o desempenho do time, ressaltando o volume de jogo e a capacidade de reação mesmo após sair atrás no placar. No entanto, reforçou a necessidade de maior eficiência nas finalizações para evitar situações de risco.>
"Não posso deixar de enaltecer a partida que fizemos. O volume de jogo, as chances criadas e é continuar insistindo, para que tenhamos uma efetividade melhor nas partidas e não passarmos esses sustos como ocorreu hoje com a arbitragem”, comentou.>
O treinador também explicou a demora nas substituições, afirmando que não identificou queda de rendimento significativa entre os jogadores em campo, o que justificou a manutenção da equipe por mais tempo.>
"Não vi diferença nossa do primeiro para o segundo tempo. Vi meu time superior, buscando os gols. As trocas [não foram feitas antes] porque não tinha jogador abaixo e não faz sentido trocar. Fizemos um jogo muito equilibrado e o que pedimos, mesmo atrás do placar, nossa equipe não pode desorganizar. Se isso ocorrer vamos fazer coisas que a agente não treina e fazer isso a possibilidade de dar errado é muito grande", finalizou.>