Publicado em 14 de abril de 2026 às 17:18
Na prática, a medida permite que o jogador receba diretamente parte da dívida reconhecida pela Justiça. O ponto de divergência está no fato de o Paysandu estar em recuperação judicial. O clube defende que esses valores deveriam ser incluídos no processo coletivo de pagamento aos credores, e não liberados de forma individual.>
Na tentativa de barrar o repasse, o Paysandu acionou o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, alegando violação ao chamado “juízo universal” da recuperação judicial. No entanto, o pedido não foi analisado no mérito, já que a Corte entendeu que o instrumento utilizado pelo clube não era o adequado. Posteriormente, novos recursos também foram rejeitados, com aplicação de multa por caráter protelatório.>
O processo teve início em 2019, quando Bruno Veiga cobrou valores relacionados ao período em que atuou pelo clube, entre 2014 e 2017. A Justiça reconheceu irregularidades, especialmente no pagamento de direitos de imagem, e determinou o pagamento de verbas trabalhistas. Com a decisão já definitiva desde 2025, o caso avançou para a fase de execução — etapa em que os valores começaram, de fato, a ser liberados.>