Márcio Tuma é candidato único e deve ser reeleito presidente do Paysandu

Atual presidente registrou a chapa “Papão da Curuzu” dentro do prazo e terá Ícaro Sereni e Diego Moura como vices.

Publicado em 5 de outubro de 2026 às 23:28

Márcio Tuma, presidente do Paysandu.
Márcio Tuma, presidente do Paysandu. Crédito: Jorge Luís Totti/Paysandu

O Paysandu terá continuidade na presidência pelos próximos dois anos. Com o fim do prazo para inscrição de chapas para a eleição de novembro, apenas o grupo liderado por Márcio Tuma registrou candidatura ao cargo máximo do clube. Com isso, o atual presidente deve ser aclamado para seguir no comando do Papão no biênio 2027-2028.

O prazo para registro de chapas terminou às 18h desta segunda-feira (5), sem a apresentação de outro grupo para disputar a eleição. A votação dos associados está marcada para 3 de novembro, das 16h às 21h, na sede social do Paysandu, em Belém.

Márcio Tuma encabeça a chapa “Papão da Curuzu”, que tem Ícaro Sereni como candidato à vice-presidência de Operações e Diego Moura para a vice-presidência de Planejamento. Os dois já ocupam as mesmas funções na atual gestão.

Tuma assumiu a presidência do Paysandu em dezembro de 2025, após a renúncia de Roger Aguilera, e agora busca cumprir um mandato completo de dois anos à frente do clube.

Em 2026, o Paysandu passou por um processo de recuperação judicial e foi rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro. Na temporada, porém, o clube conquistou o Campeonato Paraense, a Copa Norte e a Copa Verde.

Além da Diretoria Executiva, a eleição de novembro também definirá os integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal do Paysandu.