Messi foi alvo de ameaças de morte durante a Copa do Mundo, diz jornal

Relatório de forças de segurança aponta ameaças com bombas contra o craque argentino durante o torneio

Publicado em 9 de agosto de 2026 às 18:13

Relatório de forças de segurança aponta ameaças com bombas contra o craque argentino durante o torneio
Relatório de forças de segurança aponta ameaças com bombas contra o craque argentino durante o torneio Crédito: Reprodução

Durante a Copa do Mundo de 2026, o argentino Lionel Messi foi alvo de ameaças de atentados, incluindo uma em que um homem afirmou que pretendia “explodir” o jogador com quatro bombas. As informações foram divulgadas pelo jornal espanhol Información com base em um relatório do Centro Internacional de Cooperação Policial (IPCC), coordenado pelo FBI e formado por agências de segurança dos Estados Unidos e de outros países envolvidos na organização da competição.

A ameaça considerada mais concreta aconteceu antes da partida entre Argentina e Jordânia, pela fase de grupos. Segundo o relatório, um homem ligou para o Aeroporto de Dallas e ameaçou invadir o estádio acompanhado de outras pessoas. Ele teria dito que o grupo usaria “bombas caseiras e fuzil” para atacar policiais e jogadores das duas seleções, citando Messi especificamente.

Outro episódio ocorreu antes do confronto entre Argentina e Egito. O IPCC identificou, em uma rede social, uma publicação na qual um homem afirmava estar prestes a entrar no estádio de Atlanta para “explodir Messi com quatro bombas”.

Após a partida, uma denúncia levou agentes de segurança a procurarem possíveis explosivos escondidos em latas de lixo dentro do estádio. O local foi vasculhado, mas nenhum artefato foi encontrado.

Messi não foi o único astro do futebol monitorado pelas forças de segurança durante a Copa. O português Cristiano Ronaldo também foi alvo de situações consideradas suspeitas durante a competição.

Segundo informações divulgadas pela Fifa, um homem procurou obter detalhes sobre o local onde o atacante português estava hospedado. Dias depois, a polícia prendeu um suspeito em um hotel de Houston, cidade onde a seleção de Portugal estava concentrada.

Em outro episódio, um homem foi detido em Toronto, no Canadá, após tentar entrar no mesmo elevador em que Cristiano Ronaldo estava. O suspeito afirmou aos agentes que pretendia apenas tirar uma selfie com o jogador.

Os casos fizeram parte do monitoramento de segurança realizado durante a Copa do Mundo, que reuniu equipes policiais e órgãos de inteligência de diferentes países para identificar possíveis ameaças aos jogadores, torcedores e demais participantes do torneio.