Raimar relembra canto da torcida do Remo antes de confronto contra o Paysandu

Lateral do Brusque participou da campanha do acesso do Leão à Série B em 2024 e chamou atenção ao entoar uma música tradicional dos torcedores azulinos.

Publicado em 8 de setembro de 2026 às 10:37

Raimar em ação quando jogava, pelo Remo -
Raimar em ação quando jogava, pelo Remo - Crédito: Remo / Divulgação

Antes de entrar em campo para enfrentar o Paysandu, o lateral-direito Raimar, do Brusque, protagonizou uma cena que chamou a atenção dos torcedores do Clube do Remo.

O jogador foi flagrado entoando um tradicional canto da torcida azulina: "É lindo o meu Leão", momentos antes do confronto pela primeira rodada do quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro. Jogando no Mangueirão, em Belém, o Brusque acabou ganhando do Paysandu por 2 a 1, pela primeira rodada do quadrangular da Terceirona.

Raimar tem uma relação recente com o Remo. O lateral defendeu o clube na temporada de 2024 e fez parte do elenco que conquistou o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. A campanha marcou o retorno do Leão à segunda divisão nacional e ficou registrada como um dos momentos importantes da história recente do clube.

Mesmo atualmente defendendo o Brusque, Raimar demonstrou que ainda guarda lembranças do período em que vestiu a camisa azulina. Antes da partida contra o Paysandu, o jogador reproduziu um dos cantos tradicionalmente entoados pelos torcedores do Remo nos estádios.

O momento ganhou repercussão nas redes sociais e foi compartilhado por torcedores azulinos, que destacaram a identificação do atleta com o clube e com a torcida.

A passagem de Raimar pelo Remo aconteceu justamente em uma temporada de grande importância para o clube. Em 2024, o Leão conseguiu a classificação para a fase decisiva da Série C e confirmou o acesso à Série B após uma campanha marcada por partidas decisivas e grande apoio das arquibancadas.

Agora no Brusque, o lateral reencontrou um dos grandes rivais do Remo, mas acabou demonstrando que os cantos aprendidos durante a passagem por Belém continuam presentes na memória.

Texto por Pedro Moraes.