Remo tem vantagem contra o Flamengo em retrospecto no Brasileirão

Leão possui três vitórias contra duas do Rubro-Negro em confrontos pela elite do futebol nacional; equipes se enfrentam nesta quinta-feira (19) pela 7ª rodada.

Publicado em 18 de março de 2026 às 13:58

Retorno das duas equipes a se enfrentarem pela primeira divisão nacional após 48 anos. —
Retorno das duas equipes a se enfrentarem pela primeira divisão nacional após 48 anos. — Crédito: Reprodução

Maracanã será o palco de um reencontro histórico entre Clube do Remo e Flamengo, válido pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A de 2026. O confronto que acontece nesta quinta-feira (19), às 20h, marca o retorno das duas equipes a se enfrentarem pela primeira divisão nacional após 48 anos.

Apesar da disparidade atual entre os clubes, o histórico do confronto no Brasileirão é favorável ao time paraense. Em cinco partidas disputadas na história da elite nacional, o Remo venceu três vezes, enquanto o Flamengo saiu vitorioso em duas ocasiões.

As vitórias do Leão Azul ocorreram todas na década de 1970. No primeiro duelo, em 1972, o Remo venceu por 1 a 0 com gol de Roberto. Em 1973, nova vitória paraense por 2 a 1, com gols de Rodrigues e Caíto. Já em 1975, o Remo conquistou sua única vitória fora de casa no confronto ao bater o Rubro-Negro por 2 a 1 em pleno Maracanã, com gols marcados por Alcino e Mesquita.

O Flamengo, por sua vez, levou a melhor nos encontros de 1974 e 1978, sendo este o último duelo entre ambos pela Série A até o presente momento. Contudo, se considerado o retrospecto geral que inclui partidas pela Copa do Brasil, a vantagem inverte-se para o time carioca, que soma sete vitórias e três derrotas em dez jogos totais.

As equipes chegam para o duelo de amanhã, em situações opostas na tabela. O Flamengo, comandado por Leonardo Jardim, é o atual campeão brasileiro e da Libertadores. Já o Remo, que retornou recentemente à Série A, ainda busca sua primeira vitória na competição, somando três empates e três derrotas nas seis rodadas iniciais.

Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Cássio Leal.