Ricardo Gluck Paul detalha revolução das categorias de base no Pará

O impacto também já aparece dentro de campo. Jovens revelados nas categorias de base vêm ganhando espaço no mercado e nos elencos profissionais.

Publicado em 27 de abril de 2026 às 17:11

No Pará, os números mostram avanço significativo nos últimos anos. 
No Pará, os números mostram avanço significativo nos últimos anos.  Crédito: Instagram / FPF

O presidente da Federação Paraense de Futebol e vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Gluck Paul, participou nesta segunda-feira de um encontro do Grupo de Trabalho de Base Brasileira, realizado no Rio de Janeiro. A iniciativa tem como objetivo discutir melhorias para o futebol de formação no país, com foco em calendário, infraestrutura e legislação.

Durante a programação, o dirigente apresentou a palestra “Calendário de competições das categorias de base: desafios e boas práticas”, abordando a importância da regularidade dos torneios para o desenvolvimento técnico de atletas e para o fortalecimento estrutural dos clubes.

No Pará, os números mostram avanço significativo nos últimos anos. O estado passou de apenas duas competições de base para mais de 30 torneios em atividade, crescimento superior a 1.400%. O novo formato já ultrapassa a marca de mil partidas realizadas, com disputas regionalizadas envolvendo clubes da região metropolitana, oeste, sul e nordeste paraense.

O impacto também já aparece dentro de campo. Jovens revelados nas categorias de base vêm ganhando espaço no mercado e nos elencos profissionais. Entre os exemplos citados estão Kadu, do Clube do Remo, PH, do Paysandu, Camavinga, da Tuna Luso Brasileira, e Kukri, do Águia de Marabá, nomes que simbolizam a valorização recente do futebol paraense de formação.