Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 12:07
O empate em 2 a 2 entre Remo e Mirassol, na noite da última quarta-feira (4), no Mangueirão, trouxe consequências imediatas nos bastidores do clube e elevou o nível de cobrança sobre a comissão técnica azulina.
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Mesmo após construir vantagem de dois gols ainda na primeira etapa e demonstrar domínio do confronto, o Leão Azul caiu de rendimento no segundo tempo e permitiu a reação do adversário, desperdiçando a oportunidade de somar três pontos dentro de casa. O resultado, válido pelo Campeonato Brasileiro, provocou insatisfação entre torcedores e dirigentes e aumentou o clima de pressão no Baenão.>
Após o fim da partida, o presidente Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, se manifestou sobre o momento vivido pela equipe e admitiu que o desempenho do técnico Juan Carlos Osorio passa a ser observado com maior rigor. O treinador, que já vinha sendo alvo de questionamentos por alterações constantes na equipe e nas substituições durante os jogos, agora convive com um cenário de maior cobrança interna.>
De acordo com o dirigente, a diretoria mantém avaliações permanentes sobre o desempenho esportivo e espera resultados compatíveis com a história e os objetivos do clube. “Todo treinador fica na corda bamba de acordo com os resultados. O Remo precisa vencer e não pode desperdiçar pontos dentro de casa como aconteceu hoje”, disse Tonhão ao jornalista Luís Magaiver.>
O presidente também destacou que a equipe precisa apresentar maior constância ao longo das partidas. Na avaliação interna, o empate evidenciou problemas de concentração e dificuldades na administração do jogo após abrir vantagem no placar.
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Com o resultado, o Remo soma apenas um ponto na competição e passa a lidar com a necessidade de respostas rápidas dentro de campo para aliviar o ambiente de pressão.>