Atirador é acusado de matar Trump e pode pegar prisão perpétua

O caso ocorreu no último fim de semana, em Washington, D.C..

Publicado em 27 de abril de 2026 às 16:45

 O caso ocorreu no último fim de semana, em Washington, D.C..
 O caso ocorreu no último fim de semana, em Washington, D.C.. Crédito: Reprodução/X

O homem que abriu fogo durante um jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi formalmente acusado de tentativa de assassinato e pode enfrentar prisão perpétua. O caso ocorreu no último fim de semana, em Washington, D.C..

Identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, o suspeito participou de uma audiência inicial nesta segunda-feira (27). Segundo a acusação, ele viajou até a capital americana armado com uma espingarda, uma pistola e três facas com a intenção de cometer um “assassinato político”.

De acordo com documentos judiciais divulgados pelo The New York Times, Allen responde, até o momento, por três crimes, incluindo porte ilegal de arma e agressão contra um agente federal. Durante a ação, ele chegou a disparar contra um integrante do Serviço Secreto dos Estados Unidos, que não foi atingido graças ao colete à prova de balas.

A Justiça determinou que o acusado permaneça preso preventivamente. Uma nova audiência está marcada para quinta-feira (30), e outras acusações ainda podem ser incluídas no processo.

O ataque aconteceu durante um jantar anual que reúne o presidente e jornalistas que cobrem a Casa Branca. Após os disparos, Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance foram retirados às pressas do local. Ninguém ficou ferido.

Relatos de jornalistas apontam falhas no esquema de segurança do evento, com checagens consideradas superficiais na entrada. A motivação do crime ainda está sendo investigada pelas autoridades, com base em imagens e anotações encontradas com o suspeito.

Com informações do G1