Publicado em 11 de junho de 2026 às 16:57
O governo dos Estados Unidos emitiu um alerta rigoroso para influenciadores estrangeiros que estarão no país durante a Copa do Mundo de 2026 : é proibido monetizar conteúdos produzidos dentro do país utilizando apenas o visto de turista. Segundo nota conjunta da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) e do Departamento de Segurança Interna, entrar no território americano com o propósito de criar conteúdo para gerar renda é considerado trabalho e exige, obrigatoriamente, um visto apropriado.>
As autoridades reforçaram que o visto de turista (B-2) permite apenas atividades de lazer, visitas e tratamento médico, não autorizando o recebimento de remuneração por serviços realizados em solo americano. "Pessoas que entram nos Estados Unidos por meio de programas de visitação e recebem renda de uma fonte americana estariam violando as condições de sua admissão", afirma o comunicado oficial. O descumprimento dessas regras pode levar a sanções severas, como o cancelamento definitivo do visto, deportação e restrições para entradas futuras no país.>
Sob a gestão do presidente Donald Trump, o governo planeja intensificar a fiscalização em aeroportos e postos de fronteira com o objetivo declarado de "proteger empregos americanos". Um ponto de atenção destacado pelas autoridades é que muitos criadores de conteúdo acabam se denunciando por meio dos próprios vídeos, ao compartilharem detalhes de suas rotinas de produção e viagens nas redes sociais.>
Como alternativa legal para influenciadores que possuam parcerias comerciais ou campanhas publicitárias previstas, o governo sugere a solicitação do visto O-1.>
Este documento é voltado para profissionais com habilidades extraordinárias e permite legalmente o exercício de atividades remuneradas e parcerias em território norte-americano. O endurecimento das políticas migratórias ocorre em um momento de apreensão global em relação ao torneio.>
Recentemente, a rigidez do governo Trump já resultou no impedimento da entrada de torcedores do Irã e na deportação de um árbitro da Somália, que foi retirado do quadro da Fifa após ser barrado pelas autoridades americanas.>
Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.>
As autoridades reforçaram que o visto de turista (B-2) permite apenas atividades de lazer, visitas e tratamento médico, não autorizando o recebimento de remuneração por serviços realizados em solo americano. "Pessoas que entram nos Estados Unidos por meio de programas de visitação e recebem renda de uma fonte americana estariam violando as condições de sua admissão", afirma o comunicado oficial. O descumprimento dessas regras pode levar a sanções severas, como o cancelamento definitivo do visto, deportação e restrições para entradas futuras no país.>
Sob a gestão do presidente Donald Trump, o governo planeja intensificar a fiscalização em aeroportos e postos de fronteira com o objetivo declarado de "proteger empregos americanos". Um ponto de atenção destacado pelas autoridades é que muitos criadores de conteúdo acabam se denunciando por meio dos próprios vídeos, ao compartilharem detalhes de suas rotinas de produção e viagens nas redes sociais.>
Como alternativa legal para influenciadores que possuam parcerias comerciais ou campanhas publicitárias previstas, o governo sugere a solicitação do visto O-1.>
Este documento é voltado para profissionais com habilidades extraordinárias e permite legalmente o exercício de atividades remuneradas e parcerias em território norte-americano. O endurecimento das políticas migratórias ocorre em um momento de apreensão global em relação ao torneio.>
Recentemente, a rigidez do governo Trump já resultou no impedimento da entrada de torcedores do Irã e na deportação de um árbitro da Somália, que foi retirado do quadro da Fifa após ser barrado pelas autoridades americanas.>
Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.>