Publicado em 1 de março de 2026 às 08:05
Neste sábado (28), dirigentes da Fifa realizaram reuniões internas para avaliar possíveis impactos na Copa do Mundo após ataques militares envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, país que já está classificado para o torneio que será disputado nos Estados Unidos. O tema ganhou força nos bastidores da entidade diante do cenário internacional de tensão.>
Os encontros ocorreram logo após a assembleia geral da International Board (IFAB), responsável por definir e atualizar as regras do futebol, que discutia mudanças previstas para a próxima edição do Mundial.>
O secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, confirmou a realização das reuniões, mas evitou detalhar as discussões. Segundo ele, a entidade acompanha atentamente os acontecimentos globais antes de qualquer posicionamento oficial.>
A escalada militar também provocou questionamentos dentro do meio esportivo sobre decisões recentes da presidência da Fifa. Nos bastidores, integrantes do futebol teriam criticado a criação de um prêmio da paz da entidade, entregue ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em dezembro, em meio a um cenário internacional marcado por conflitos.>