María Machado doa medalha do Prêmio Nobel da Paz para Donald Trump

Para a imprensa, um colaborador da Casa Branca confirmou que Trump aceitou o presente e deverá ficar com o prêmio.

Publicado em 16 de janeiro de 2026 às 08:12

(María Corina Machado, líder da oposição venezuelana) 
(María Corina Machado, líder da oposição venezuelana)  Crédito: X - White House

María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, reuniu-se com o presidente dos EUA, Donald Trump, nesta quinta-feira (15), na Casa Branca. Machado presenteou o Trump com sua medalha do Prêmio Nobel da Paz, durante o encontro, numa tentativa de influenciar o presidente norte-americano sobre o futuro político de seu país, a Venezuela.

Para a imprensa, um colaborador da Casa Branca confirmou que Trump aceitou o presente e deverá ficar com o prêmio.

Nas redes sociais, Trump fez uma publicação na noite de quinta-feira, Trump escreveu: "María me presenteou com seu Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho que tenho feito. Um gesto maravilhoso de respeito mútuo. Obrigado, María!".

Após o encontro, María Corina classificou a reunião como "excelente". Ela disse que o presente foi um reconhecimento aos esforços de Trump ao promover a liberdade do povo venezuelano.

Na sequência, a Casa Branca publicou nas redes sociais uma foto de Trump e Machado, a imagem mostra o presidente norte-americano segurando uma moldura dourada exibindo a medalha.

O texto que acompanhava a foto dizia: "Ao Presidente Donald J. Trump, em gratidão por sua extraordinária liderança na promoção da paz através da força", e classificou o gesto como um "Símbolo Pessoal de Gratidão em nome do Povo Venezuelano".

A doação do Prêmio Nobel da Paz veio após a negativa de Trump em reconhecer María Machado em nomeá-la como líder da Venezuela para substituir o deposto Nicolás Maduro.

No entanto, apesar de Machado tenha entregue a medalha de ouro que recebeu com o prêmio, a honraria permanece sendo dela; o Instituto Nobel da Noruega afirmou que o prêmio não pode ser transferido, compartilhado ou revogado.

Com informação do portal CNN e G1