Modelo assassinada tem túmulo violado e cabeça roubada na Itália

Caso envolvendo a modelo Pamela Genini é investigado como profanação de cadáver e ocultação de parte do corpo.

Publicado em 29 de março de 2026 às 11:27

(A modelo e empresária Pamela Genini e o ex-namorado Gianluca Soncin, que a esfaqueou em outubro do ano passado)
(A modelo e empresária Pamela Genini e o ex-namorado Gianluca Soncin, que a esfaqueou em outubro do ano passado) Crédito: Redes Sociais/Instagram

A modelo e empresária Pamela Genini, de 29 anos, assassinada em 2025, teve o túmulo violado na Itália. A cabeça da vítima foi retirada do caixão, segundo constataram funcionários durante o processo de transferência do corpo.

De acordo com as informações, a irregularidade foi percebida após os trabalhadores notarem que o caixão não estava devidamente fechado e apresentava parafusos soltos. Ao abrirem a urna funerária, verificaram que a cabeça havia desaparecido.

Ainda segundo os relatos, havia sinais recentes de manipulação no corpo, incluindo o uso de silicone para vedação, o que indica que a sepultura — onde a modelo estava há cerca de cinco meses, pode ter sido violada recentemente.

As autoridades italianas investigam o caso e trabalham com a hipótese de que entre três e quatro pessoas tenham participado da ação criminosa. No entanto, até o momento, não foram divulgados detalhes sobre como essa conclusão foi alcançada, nem sobre a possível motivação do crime.

O caso é tratado como profanação de cadáver e ocultação de parte do corpo, delitos que podem resultar em pena de até sete anos de prisão, conforme a legislação local.

Com informações do portal Metrópoles