Publicado em 13 de setembro de 2026 às 17:03
Documentos da investigação mostram que o Instituto de Criminalística de São Paulo recusou o recebimento de mais de 15 dispositivos apreendidos durante uma operação da Polícia Civil em locais relacionados a Karina da Gama, dona da produtora responsável pelo filme Dark Horse.>
O material inclui celulares, notebooks e pen drives. Embora estivessem lacrados separadamente, os dispositivos apresentavam um “vão” por onde era possível passar um cabo USB para acessar ou manipular os dados armazenados. Depois de serem recolhidos pela polícia, os equipamentos foram devolvidos à corporação, que determinou a colocação de novos lacres nos aparelhos.>
A informação consta de documentos cujo sigilo foi levantado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), neste domingo (13). O material indica que os dispositivos ainda seriam encaminhados ao Instituto de Criminalística para passar por perícia.>
O episódio faz parte de uma investigação que apura a destinação de emendas parlamentares indicadas por deputados do Partido Liberal (PL). Os recursos teriam sido direcionados para uma rede de empresas ligada a Karina da Gama e à produção de Dark Horse.>
Com a retirada do sigilo, novos detalhes sobre a apuração vieram a público. A investigação busca esclarecer a movimentação dos recursos e as relações entre os parlamentares, as empresas envolvidas e a produtora do filme.>