Flávio Bolsonaro questiona TSE por anúncio de Lula prometendo caneta emagrecedora no SUS

Postagem com promessa do petista foi uma das mais bem sucedidas de acordo com comitê de campanha.

Publicado em 25 de setembro de 2026 às 18:17

Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Flavio Bolsonaro (PL).
Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Flavio Bolsonaro (PL). Crédito: Reprodução

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) denunciou a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a respeito da promessa, feita pelas redes sociais, de disponibilizar canetas emagrecedoras pelo SUS como forma de prática de conduta velada. De acordo com a defesa de Flávio, a acusação aponta promoção pessoal e eleitoral do petista e atacou adversários políticos em dois eventos nos estados de Minas Gerais e São Paulo. A ação também mira Geraldo Alckmin e os ministros Alexandre Padilha e Wellington César, questionando o uso de canais oficiais do governo para divulgar os atos durante o período de restrição eleitoral.

A promessa de Lula, feita na semana passada, registrou recordes de audiência nas redes sociais da campanha e saltou nesta quinta-feira (24) com a exibição no horário eleitoral, de acordo com a jornalista Tatiana Farah. Também segundo a jornalista, um levantamento interno do comitê do petista mostrou que os conteúdos sobre as canetas foram os mais bem-sucedidos da campanha entre as peças de propostas de governo, com 217 mil compartilhamentos, rendendo 21 milhões de visualizações, sendo 70% do público não sendo seguidor do atual presidente.

Ainda de acordo com o levantamento, a promessa das canetas pautou o debate público nas redes sociais, principalmente em X e YouTube com 2,51 milhões de interações, avaliando que furou a bolha da polarização, significando um alento nos bastidores, dado as últimas pesquisas apontando a queda na preferência por Lula, em detrimento a Flávio.

Com a animação nos números, a expectativa é que a promessa de proibição das bets siga pelo mesmo caminho, já que a maioria dos brasileiros é a favor do banimento, assim como também, pode dar um sinal ao público protestante, que ainda é alinhado ao candidato bolsonarista.