Publicado em 29 de abril de 2026 às 12:10
As sabatinas de indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) no Senado estão ficando cada vez mais longas e tensas politicamente.
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Hoje, essas sessões duram em média 7 horas e 24 minutos, segundo levantamento do Estadão. Isso mostra que o processo de aprovação ficou mais intenso, com mais perguntas e debates sobre temas polêmicos.>
Antes, as sabatinas eram bem mais curtas. Por exemplo, Cármen Lúcia ficou pouco mais de 2 horas sendo sabatinada em 2006. Já casos recentes passaram de 10 horas, como os de Alexandre de Moraes, Nunes Marques e Flávio Dino.>
A mais longa foi a de Edson Fachin, em 2015, com 12 horas e 39 minutos. A mais curta entre os atuais ministros foi a de Cármen Lúcia.>
As perguntas hoje vão além da parte técnica e entram em assuntos sensíveis, como política, religião e opiniões pessoais dos indicados. Isso acontece por causa do aumento da polarização política no Senado.>
Mesmo com sabatinas mais longas e tensas, todos os indicados citados acabaram aprovados. No entanto, o tempo da sabatina passou a ser visto como um sinal do nível de disputa política em torno de cada nome.>
Com informações do InfoMoney>