Publicado em 18 de agosto de 2026 às 10:01
Enquanto os holofotes internacionais costumam focar quase exclusivamente na Amazônia, a preservação do Semiárido e da Caatinga ganha protagonismo no cenário mundial. Na COP17 de Combate à Desertificação, realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia, sob o tema “Restaurando a Terra. Restaurando a Esperança”, a advogada cearense Beatriz Azevedo, de 33 anos, desponta como uma das principais vozes em defesa da justiça ambiental. >
Fundadora da consultoria ABA Climate Solutions e presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB no Ceará, Beatriz viajou como uma das dez lideranças reconhecidas mundialmente no prêmio Land Heroes da UNCCD (Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação).>
Em entrevista à Agência Brasil, a ambientalista alertou que a inclusão de jovens em painéis internacionais precisa ir além do papel simbólico e se converter em poder decisório, orçamento e oportunidades profissionais concretas. O evento global, que se estende até 28 de agosto com a presença de representantes de 197 países, reúne cientistas, comunidades indígenas, agricultores e líderes juvenis para debater financiamento, segurança alimentar e resiliência climática.>
Para a cearense, a cúpula representa a oportunidade ideal para direcionar investimentos e atenção às regiões mais vulneráveis do Nordeste brasileiro.>
Com informações da Agência Brasil.>