Avião que caiu em Belo Horizonte era operado por empresa de telecomunicações de MG

Aeronave de pequeno porte pertence a empresa sediada em Teófilo Otoni e caiu nesta segunda-feira (4), deixando mortos e feridos no bairro Silveira.

Publicado em 4 de maio de 2026 às 15:50

Aeronave de pequeno porte pertence a empresa sediada em Teófilo Otoni e caiu nesta segunda-feira (4), deixando mortos e feridos no bairro Silveira.
Aeronave de pequeno porte pertence a empresa sediada em Teófilo Otoni e caiu nesta segunda-feira (4), deixando mortos e feridos no bairro Silveira. Crédito: Reprodução 

O avião de pequeno porte que caiu na tarde desta segunda-feira (4) em Belo Horizonte era operado pela Inet Telecomunicações, empresa de internet com sede em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, Minas Gerais.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave, um monomotor modelo Neiva EMB-721C fabricado em 1979, está registrada em nome de um proprietário físico, mas era operada pela empresa. O avião tem capacidade para cinco passageiros e certificado de aeronavegabilidade válido até abril de 2027.

Nas redes sociais, a Inet confirmou a ligação com a aeronave e publicou mensagens lamentando o acidente, além de pedidos de orações. A empresa atua no setor de telecomunicações, oferecendo serviços como internet banda larga, telefonia e TV por assinatura na região do Vale do Mucuri.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião operava sob regras de aviação privada e não possuía autorização para atuar como táxi aéreo, o que é diferente de atividade comercial de transporte de passageiros.

O tipo de voo realizado no momento da queda ainda não foi esclarecido pelas autoridades.

A aeronave caiu no bairro Silveira e atingiu um prédio de três andares. O acidente resultou na morte do piloto e do copiloto. Outras três pessoas ficaram gravemente feridas e foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros, sendo encaminhadas ao Hospital João XXIII.

O edifício atingido não teve registro de vítimas no solo nem apresentou risco estrutural, segundo os bombeiros. A área foi isolada para os trabalhos de resgate e para evitar risco de explosão devido ao vazamento de combustível.