Bebê é morta pelo padrasto; mãe estava em entrevista de emprego

Maya Costa Cypriano morreu após ser agredida por Lukas Pereira do Espírito Santo, que foi preso

Publicado em 6 de abril de 2026 às 14:48

Maya Costa Cypriano morreu após ser agredida por Lukas Pereira do Espírito Santo, que foi preso
Maya Costa Cypriano morreu após ser agredida por Lukas Pereira do Espírito Santo, que foi preso Crédito: Reprodução

Uma bebê de apenas 1 ano e 9 meses morreu após ser brutalmente agredida dentro de casa, em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O padrasto foi preso após confessar o crime e deve responder por feminicídio. No momento das agressões, a mãe da criança participava de uma entrevista de emprego.

A vítima, identificada como Maya Costa Cypriano, morreu na última quinta-feira (2). Segundo a mãe, Emanuele Costa, ela saiu de casa ainda de madrugada para um processo seletivo, deixando a filha sob os cuidados do companheiro, Lukas Pereira do Espírito Santo.

De acordo com o relato, o homem entrou em contato durante a manhã afirmando que a criança não estava bem, sem mencionar qualquer agressão. Ao retornar para casa, por volta do meio-dia, a mãe encontrou a filha em estado crítico.

“Ela estava semiacordada e com o corpo gelado”, disse Emanuele em vídeo publicado nas redes sociais.

A menina foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Campinho, na Zona Norte, mas já chegou sem vida após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Profissionais de saúde acionaram a polícia ao perceberem sinais de violência no corpo.

Inicialmente, a mãe e o padrasto foram ouvidos na 29ª DP (Madureira) e liberados. No entanto, o laudo pericial confirmou que a causa da morte foi uma lesão abdominal provocada por agressão. O caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Na sexta-feira (3), policiais civis cumpriram mandado de prisão contra Lukas. Em depoimento, ele confessou o crime.

Segundo a mãe, o suspeito não demonstrou arrependimento. O corpo da criança foi enterrado neste domingo (5), no Cemitério do Caju, sob forte comoção de familiares e amigos, que pediam justiça. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para apurar se há participação de outras pessoas no caso.

Com informações do Pleno News