Combustíveis: preço não depende só da Petrobras, diz sindicato

De acordo com o Sindicombustíveis-PA, a formação do preço final envolve diferentes etapas da cadeia de abastecimento

Publicado em 12 de março de 2026 às 18:16

De acordo com o Sindicombustíveis-PA, a formação do preço final envolve diferentes etapas da cadeia de abastecimento
De acordo com o Sindicombustíveis-PA, a formação do preço final envolve diferentes etapas da cadeia de abastecimento Crédito: Reprodução 

O valor cobrado pelos combustíveis nos postos brasileiros não depende apenas dos reajustes anunciados pela Petrobras. O esclarecimento é do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Pará (Sindicombustíveis-PA), que explica que o mercado no país funciona sob regime de preços livres.

Segundo o sindicato, parte do combustível vendido no Brasil é importada ou produzida por refinarias privadas, o que faz com que os preços também sejam influenciados por fatores externos ao controle da estatal.

Outro ponto destacado é que o Brasil não produz todo o diesel que consome. Por isso, distribuidoras recorrem ao mercado internacional para complementar o abastecimento. Nesses casos, os custos passam a depender da cotação do petróleo no exterior e da variação do dólar.

De acordo com o Sindicombustíveis-PA, a formação do preço final envolve diferentes etapas da cadeia de abastecimento, como produção, importação, distribuição e revenda. Esse conjunto de fatores ajuda a explicar as variações observadas no valor dos combustíveis nos postos.