Defesa de Bolsonaro confirma que arma apreendida em blitz pertencia a ele

Advogados responderam a Alexandre de Moraes e alegam que ex-presidente está sob efeito de medicamentos que podem afetar cognição. A defesa também informou que a arma foi desativada sem o conhecimento de Bolsonaro

Publicado em 17 de junho de 2026 às 22:51

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Crédito: Ton Molina/STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou resposta ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a arma apreendida durante uma blitz de trânsito em Brasília na noite de segunda-feira (15).

Os advogados confirmaram que o equipamento pertencia a Bolsonaro. Segundo a defesa, o registro da arma está regular no Sistema de Gerenciamento de Armas do Exército (Sigma).

Ainda de acordo com os advogados, o ex-presidente está sob tratamento médico com medicamentos que podem afetar sua cognição. Por esse motivo, a arma teria sido desativada “sem seu conhecimento prévio”.

O caso ganhou repercussão após a apreensão durante a blitz e a solicitação de esclarecimentos feita por Alexandre de Moraes.

A defesa de Bolsonaro busca esclarecer os fatos e reforçar a regularidade do registro do armamento, atribuindo a desativação à condição de saúde do ex-presidente.