Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 20:56
A Polícia Civil do Rio de Janeiro ainda não conseguiu intimar o ex-participante do BBB 26 Pedro Espíndola para prestar depoimento, uma semana após a abertura de inquérito que apura uma denúncia de importunação sexual dentro do reality show. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá.>
De acordo com a polícia, Pedro deixou o estado do Rio após desistir do programa e retornou ao Paraná. Desde então, nem ele nem familiares foram localizados, mesmo após o acionamento da Polícia Civil paranaense. As buscas e tentativas de contato continuam em caráter interestadual.>
Ainda segundo informações oficiais, o ex-BBB está internado desde o dia 21 no Hospital San Julian, em Pontal do Paraná. Ele foi encaminhado por médicos da rede pública para uma unidade de tratamento supervisionado voltada a dependências químicas e transtornos mentais.>
O episódio investigado ocorreu no dia 18, dentro da casa do BBB. Na ocasião, Pedro tentou beijar à força a participante Jordana Morais em um dos ambientes do programa. A jovem relatou ter sido segurada pelo pescoço. As imagens exibidas confirmam a aproximação e, posteriormente, no confessionário, Pedro reconheceu a atitude antes de acionar o botão de desistência.>
Durante a edição ao vivo, o apresentador Tadeu Schmidt afirmou que, caso o participante não tivesse deixado o reality por vontade própria, seria expulso pela produção. A equipe de Jordana divulgou nota pública classificando o episódio como grave e inaceitável.>
Desde então, os perfis de Pedro nas redes sociais permanecem sem atualizações. Sua esposa, Rayne Luiza, que está grávida, apagou fotos ao lado do ex-BBB e deixou de segui-lo nas plataformas digitais.>
O crime de importunação sexual, conforme previsto na legislação brasileira, tem pena que pode variar de um a cinco anos de prisão.>
Fonte: g1.globo>