Igreja Universal se pronuncia após operação da PF envolvendo Banco Digimais e bloqueio de R$ 670 milhões

A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 670 milhões de investigados no caso, entre eles o nome do líder religioso Edir Macedo, apontado como dono do banco

Publicado em 24 de junho de 2026 às 14:00

A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 670 milhões de investigados no caso, entre eles o nome do líder religioso Edir Macedo, apontado como dono do banco
A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 670 milhões de investigados no caso, entre eles o nome do líder religioso Edir Macedo, apontado como dono do banco Crédito: Reprodução

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) divulgou uma nota de esclarecimento após a operação da Polícia Federal que investiga supostas fraudes no Banco Digimais. A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 670 milhões de investigados no caso, entre eles o nome do líder religioso Edir Macedo, apontado como dono do banco.

No comunicado, a instituição afirma que o bispo não participa da gestão do banco nem de decisões administrativas ou financeiras.

A Igreja reforça que a administração do Banco Digimais é feita por executivos e profissionais habilitados, responsáveis pelas operações e prestação de contas aos órgãos reguladores. O texto também declara confiança nas investigações e afirma que advogados acompanham o caso para esclarecer os fatos.

Segundo a nota, “o bispo Edir Macedo não integra a administração executiva nem participa da gestão operacional, financeira ou contábil da instituição”, acrescentando que a condução das atividades é de responsabilidade exclusiva da equipe técnica do banco.