Publicado em 25 de abril de 2026 às 11:59
Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (24), a Marinha do Brasil apresentou oficialmente a Fragata “Tamandaré” (F200), o mais novo e moderno navio de guerra da esquadra nacional. O evento serviu também como palco para a assinatura do documento preliminar que autoriza a construção de um segundo lote com mais quatro embarcações da mesma classe.>
Tecnologia e Soberania Nacional>
Construída em solo brasileiro, no Complexo Naval de Itajaí (SC), a F200 é fruto de uma parceria estratégica com o grupo alemão thyssenkrupp Marine Systems. O navio utiliza tecnologia de ponta para garantir a proteção da chamada Amazônia Azul — uma área de 4,5 milhões de km² que concentra as maiores reservas de petróleo e rotas comerciais do país.>
A trajetória da embarcação até a entrega oficial incluiu etapas rigorosas:>
• Agosto de 2024: Lançamento oficial ao mar.>
• 2025 – 2026: Período de avaliações técnicas, testes de sistemas em porto e provas de mar de alta complexidade.>
Capacidades Operacionais>
Com uma tripulação de 143 militares, a Fragata Tamandaré destaca-se pelo seu alto poder tecnológico. A embarcação segue os rigorosos padrões da OTAN, o que permite ao Brasil atuar em missões internacionais conjuntas com maior facilidade.>
"A embarcação terá papel fundamental na proteção das nossas águas jurisdicionais, atuando no monitoramento, controle do espaço marítimo e na dissuasão de ameaças", afirmou o comando da Marinha durante o evento.>
Ficha Técnica e Sensores:>
• Vigilância: Radares de última geração para monitoramento aéreo e de superfície.>
• Sistemas: Armamentos e sensores avançados para combate multiuso (ar, superfície e subsuperfície).>
• Foco: Defesa de infraestruturas críticas, como plataformas de petróleo, e combate a crimes ambientais e transnacionais.>
Próximos Passos>
O anúncio da construção das quatro novas fragatas adicionais confirma a continuidade do Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT). O investimento visa a renovação gradual da frota brasileira, garantindo que a Marinha mantenha sua capacidade operacional frente aos desafios geopolíticos e econômicos do Atlântico Sul nas próximas décadas.>
Com informações do portal CNN >