Noivo de Marina Ruy Barbosa pede interdição do pai e depois desiste

Abdul Fares, autor do pedido de interdição, argumenta que Abdul Fares, cofundador da empresa de móveis Marabraz, sofre de depressão profunda, além de outros problemas de saúde.

Publicado em 12 de dezembro de 2024 às 15:42

Noivo de Marina Ruy Barbosa pede interdição do pai e depois desiste
Noivo de Marina Ruy Barbosa pede interdição do pai e depois desiste Crédito: Reprodução/Instagram/@marinaruybarbosa

Abdul Fares, 40, noivo da atriz Marina Ruy Barbosa e um dos herdeiros da rede de varejo de móveis Marabraz, entrou com um processo legal contra seu próprio pai, Jamel Fares Marabraz, um dos fundadores da rede. No processo, Fares solicita a interdição e tutela do patriarca da família. O procedimento está em segredo na jurisdição de Simões Filho, na Bahia. A coluna da jornalista Eliane Trindade, na Folha de S. Paulo, divulgou as informações. São Paulo.

Abdul, em sua solicitação de interdição, argumenta que Jamel sofre de depressão profunda, juntamente com outras questões de saúde, como cardiopatia e dependência de medicamentos controlados. O filho apresentou relatórios psiquiátricos e neurológicos para apoiar sua defesa.

No entanto, Jamel ficou ciente do processo por uma verificação regular realizada pelo departamento jurídico da Marabraz. Ele rebateu as alegações em uma petição apresentada em 5 de dezembro, chamando o filho de "ingrato e parasita", além de acusar Abdul de falsidade ideológica.

A solicitação de interdição, juntamente com o pedido de internação do pai, expõe um conflito legal que iniciou quando o patriarca e seu irmão Nasser Fares, atual administrador do grupo Marabraz, buscaram a Justiça paulista para reaver ativos da holding familiar. Os valores estão atualmente registrados em nome dos seis herdeiros.

A circunstância resultou em uma acusação criminal contra Abdul, apresentada na terça-feira, 10, no 2⁠º Distrito Policial de Barueri, na capital paulista. "Não há dor maior para um pai do que se ver obrigado a processar criminalmente seu próprio filho", afirma a denúncia.

A defesa de Jamel também argumenta que "Abdul tem usado métodos claramente ilegais e fraudulentos para tentar interditar e internar seu pai".