Publicado em 1 de fevereiro de 2026 às 17:48
Em um novo vídeo que vem sendo compartilhado em grupos de mensagens e redes sociais, o piloto Mauro Caputti Mattosinho, que denunciou empresários e políticos supostamente envolvidos em um esquema de jatinhos da facção criminosa PCC, no ano passado, voltou a reacender as denúncias contra figuras poderosas, desta vez relacionando o esquema com o caso Banco Master.>
No vídeo que vem repercutindo nas redes, Mattosinho relembra a primeira denúncia, que apontava entre os políticos, o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda.>
Duas pessoas que teriam usado as aeronaves ligadas a Rueda são Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Loco”, e Mohamad Hussein Mourad, do antigo grupo Aster/Copape.>
No fim de agosto, ambos foram alvo de operações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal por serem apontados como chefes de um esquema bilionário de combustíveis ligado ao PCC.>
Agora Mattosinho aponta indícios de que o esquema pode ter relação com os nomes citados nas investigações do caso Banco Master, que investiga fraudes financeiras bilionárias.>
No vídeo o piloto afirma que em uma das viagens ordenadas por Beto Loco,ele teria transportado uma sacola de dinheiro, e que segundo conversa de Beto e o “pessoal da Reag”, o destino seria o senador Ciro Nogueira. Outro voo de Beto foi para um encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O piloto também revela uma viagem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para o resort da sua família, que posteriormente foi descoberta que a compra ocorreu com fundos ligados à Reag e ao Master.>
As revelações também citam envolvimento do lobista Danielo Trento, investigado por fraudes no INSS; do ex-ministro do STJ, Cesar Asfor Rocha; e do próprio Antonio Rueda, que segundo a denúncia estaria negociando com o BRB, a compra de um hangar próprio.>