Publicado em 14 de setembro de 2026 às 14:54
A Polícia Civil do Rio de Janeiro vai investigar o uso de um dispositivo para testes de glicose por uma aluna, que coletava o sangue de colegas e visitantes com a mesma agulha, durante uma feira de ciências no Colégio Tamandaré, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste da capital fluminense. O caso aconteceu no último sábado (12). A atividade não tinha sido autorizada pelo colégio e foi interrompida imediatamente, assim que foi descoberta.>
A direção do colégio aconselhou aos pais e responsáveis daqueles que tiveram o dedo perfurado pelo aparelho, que preocurassem atendimento médico. O Hospital Municipal Lourenço Jorge, localizado no mesmo bairro, recebeu 20 alunos nessa condição, e iniciaram a profilaxia pós-exposição, após avaliação médica. Segundo a direção do colégio, os testes informados a mesma, até agora, foram todos com diagnóstico negativo. Nesta segunda-feira (14), uma equipe de saúde estará na unidade de ensino para orientar alunos e responsáveis, além de contratar uma infectologista para acompanhar os casos.
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Esta não é a primeira polêmica envolvendo o Colégio Tamandaré. No ano passado, a mesma unidade foi alvo de uma denúncia de importunação sexual contra um professor de inglês, onde relataram que ele assediava algumas alunas da unidade. O docente acabou preso após o caso.>