Publicado em 17 de fevereiro de 2026 às 07:48
Às vésperas do Carnaval, a prefeitura de Porto Alegre confirmou um novo caso de Mpox em 2026 e ampliou as recomendações de prevenção à população. De acordo com a Vigilância Epidemiológica do município, a infecção não ocorreu na capital gaúcha, mas o paciente está contabilizado nas estatísticas locais.>
No ano passado, a cidade registrou 11 confirmações da doença, causada por um vírus da mesma família da varíola. Embora o número não indique surto, a confirmação recente reacendeu o alerta das autoridades de saúde, especialmente diante do aumento de aglomerações típico do período carnavalesco.>
A Secretaria Municipal de Saúde destaca que a transmissão da Mpox acontece, principalmente, por meio do contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Por isso, a recomendação é redobrar os cuidados antes mesmo de sair para a folia.>
Entre as orientações estão a autoavaliação de sinais suspeitos, como bolhas ou feridas na pele. Caso haja qualquer alteração, a indicação é procurar atendimento em uma unidade de saúde e evitar contato físico próximo com outras pessoas. A prefeitura também orienta que a população evite contato íntimo ou prolongado com indivíduos que apresentem lesões visíveis.>
Outras medidas consideradas fundamentais incluem a higienização frequente das mãos, a não utilização compartilhada de objetos pessoais e, quando necessário, o uso de máscaras em ambientes com maior risco de exposição.>
Os sintomas iniciais da Mpox costumam envolver febre, dor de cabeça, dores musculares, sensação de cansaço e aumento dos gânglios linfáticos, popularmente conhecidos como ínguas. Posteriormente, podem surgir erupções ou lesões cutâneas, característica marcante da infecção.>
A prefeitura reforça que a prevenção e a identificação precoce de sintomas são essenciais para reduzir a disseminação do vírus, especialmente em períodos de grande circulação de pessoas como o Carnaval.>