Publicado em 15 de agosto de 2026 às 10:19
À medida que a corrida eleitoral de 2026 ganha tração, a remuneração das principais autoridades públicas do país volta ao centro do debate. No topo da pirâmide salarial do funcionalismo público nacional, o presidente da República, os senadores e os deputados federais recebem exatamente o mesmo vencimento bruto: R$ 46.366,19 por mês. Esse patamar é fixado por lei e tem como teto o subsídio pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).>
Nos estados e no Distrito Federal, a estrutura salarial segue proporções específicas. Enquanto os deputados estaduais e distritais têm remuneração fixa equivalente a 75% do valor recebido no Congresso Nacional (R$ 34.774,64), os ganhos dos governadores variam de acordo com legislações locais, sem ultrapassar o teto federal. O maior contracheque entre os chefes estaduais é o de Sergipe, que paga o limite máximo de R$ 46,3 mil. No outro extremo fica o Rio de Janeiro, com R$ 21.868,14. Em São Paulo, o subsídio é de R$ 36.301,53, e no Distrito Federal fica em R$ 29.311,94.>
Além da folha de pagamento regular, os ocupantes desses cargos dispõem de cotas institucionais e recursos indenizatórios para o exercício da função. No caso dos deputados federais, quem não ocupa imóvel funcional tem direito a um auxílio moradia mensal de até R$ 4.253, com possibilidade de complementação de mais R$ 4.148,80 por meio da cota parlamentar caso os custos de aluguel sejam superiores.>
O pacote para senadores e deputados abrange ainda o reembolso integral de passagens aéreas e diárias de viagem, com todos os gastos abertos para consulta pública nos portais da transparência das Casas Legislativas.>