Vôlei brasileiro altera regulamento e adota critérios do COI para competições femininas

Medida afeta diretamente a ponteira Tifanny Abreu, do Osasco.

Publicado em 15 de agosto de 2026 às 09:52

Vôlei brasileiro altera regulamento e adota critérios do COI para competições femininas
Vôlei brasileiro altera regulamento e adota critérios do COI para competições femininas Crédito: Reprodução/Osasco

As regras do voleibol brasileiro passaram por uma mudança decisiva para as próximas temporadas. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) confirmou nesta sexta feira (14) que as disputas da categoria feminina serão restritas de forma exclusiva a atletas do sexo biológico feminino. Com o novo protocolo, a norma passa a exigir a triagem do gene SRY para comprovação biológica, permitindo exceções somente em situações específicas detalhadas pela entidade.

A atualização regulamentar passa a vigorar imediatamente nas maiores disputas do país, englobando o vôlei de praia e as edições da Superliga A e B (2026/2027), Supercopa 2026 e Copa Brasil 2027. O presidente da CBV, Radamés Lattari, destacou que o objetivo principal é uniformizar o cenário nacional com os critérios já aplicados pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), diretrizes estas consolidadas internacionalmente entre 2025 e 2026.

A medida gera impacto imediato na carreira da ponteira Tifanny Abreu, destaque do Osasco São Cristóvão Saúde e pioneira trans no esporte nacional.