Caso Giovanna: causa da morte é identificada e advogado aponta até quatro envolvidos

O laudo que detalha a causa da morte da jovem de 29 anos foi divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

Publicado em 31 de agosto de 2026 às 17:26

O laudo que detalha a causa da morte da jovem de 29 anos foi divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.
O laudo que detalha a causa da morte da jovem de 29 anos foi divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Crédito: Reprodução/Instagram

O advogado Marco Pina, que representa a família da empresária Giovanna Coelho, afirmou nesta segunda-feira (31) que as investigações sobre a morte da jovem avançaram significativamente e que a equipe jurídica já sabe qual foi a causa da morte após o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves divulgar o laudo. Em publicação nas redes sociais, ele declarou ainda que entre "seis e oito mãos" teriam participação no caso.

Na mensagem direcionada à jovem, Pina afirmou que a família e os advogados seguem acompanhando o inquérito e trabalhando para que os responsáveis sejam identificados, processados e condenados. “Já sabemos a sua causa morte. Já sabemos também que de 6 a 8 mãos tiveram participação na sua morte”, escreveu o advogado em uma postagem no Instagram.

Apesar da declaração, o advogado não detalhou quais seriam as responsabilidades atribuídas aos investigados nem apresentou informações adicionais sobre a linha de apuração adotada pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

A morte de Giovanna Coelho é investigada pela Polícia Civil do Pará e também é acompanhada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM-PA). Nas últimas semanas, a família entregou documentos, prontuários médicos e outros materiais que podem auxiliar na reconstrução dos fatos ocorridos durante e após o procedimento cirúrgico realizado pela empresária.

Anteriormente, Marco Pina informou que o inquérito foi instaurado com a classificação provisória de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas ressaltou que cabe à Polícia Civil reunir provas, ouvir testemunhas e definir eventuais indiciamentos ao final das investigações.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e motivou outras mulheres a procurarem a família e a equipe jurídica para relatar supostos problemas após procedimentos realizados pelo mesmo profissional citado nas investigações.