Publicado em 22 de setembro de 2026 às 14:43
A Polícia Civil prendeu Douglas dos Santos Ferreira, apontado como mandante do assassinato da vendedora Layane Porto, morta a tiros na manhã de segunda-feira (21), em frente ao local onde trabalhava, em Marabá, no sudeste do Pará.>
De acordo com as investigações, Douglas, que é ex-companheiro da vítima, teria participado diretamente da execução do crime. A suspeita é de que ele tenha conduzido a motocicleta utilizada na ação criminosa, enquanto o autor dos disparos, identificado como Bruno Batista, efetuava os tiros contra Layane.>
Segundo informações divulgadas pelas forças de segurança, a motocicleta usada no assassinato estaria registrada em nome de Douglas e teria sido oferecida como pagamento ao executor do crime. A informação foi confirmada pelo capitão Rodrigues, do 34º Batalhão da Polícia Militar, que participou das buscas pelos envolvidos.>
Ainda conforme a apuração policial, após o crime os suspeitos tentaram se esconder em uma área de mata na região da Estrada do Rio Preto. Durante as diligências, os agentes localizaram um possível ponto de apoio utilizado pela dupla e encontraram a motocicleta escondida no matagal.>
Bruno Batista, conhecido como “Burro Preto” e apontado como autor dos disparos, foi preso na manhã desta terça-feira (22) após uma operação que mobilizou equipes da Polícia Militar, do Batalhão Rural e contou com varreduras na região. Segundo os policiais, ele foi localizado próximo a uma chácara e se entregou sem resistência.>
Após a prisão, o suspeito indicou aos agentes onde havia escondido a arma utilizada no crime, que também foi apreendida e encaminhada à delegacia.>
As investigações apontam ainda que o executor teria recebido a promessa de outros benefícios pela participação no assassinato. O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil, que busca esclarecer a motivação do crime e reunir mais elementos para a conclusão do inquérito.>
Layane Porto foi morta a tiros em frente ao estabelecimento onde trabalhava, crime que causou grande repercussão em Marabá e levantou suspeitas de feminicídio. A polícia trata o caso como prioridade.>