Farinha rosa de mandioca chama atenção nas redes sociais

O criador da inovação é o influenciador digital Marlisson Gomes, que costuma compartilhar seu dia a dia na roça nas redes sociais.

Publicado em 16 de junho de 2026 às 22:09

(Em vídeos recentes, ele mostrou todo o processo de produção da farinha rosa, que foi desenvolvida junto com a esposa após vários testes e tentativas.)
(Em vídeos recentes, ele mostrou todo o processo de produção da farinha rosa, que foi desenvolvida junto com a esposa após vários testes e tentativas.) Crédito: Reprodução/Redes Sociais 

A tradicional farinha de mandioca paraense ganhou uma versão que chama atenção pelo visual e pelo sabor inusitado: uma farinha cor de rosa, com gosto de beterraba. Produzida na pequena cidade de Óbidos, o produto tem feito sucesso entre paraenses e despertado a curiosidade de pessoas de outros estados por meio da internet.

O criador da inovação é o influenciador digital Marlisson Gomes, que costuma compartilhar seu dia a dia na roça nas redes sociais. Em vídeos recentes, ele mostrou todo o processo de produção da farinha rosa, que foi desenvolvida junto com a esposa após vários testes e tentativas.

“Essa farinha foi inventada por mim e por minha esposa. Pra gente estar fazendo essa farinha não foi muito fácil, foram vários dias testando e errando até chegar o ponto de acertar. E depois que a gente aprendeu a fazer, agora todo mundo quer comer a nossa farinha com sabor de beterraba”, contou Marlisson Gomes.

Criatividade e aceitação

A farinha se destaca não apenas pela cor vibrante, mas também pelo sabor suave de beterraba, que surpreende quem experimenta. A originalidade do produto tem gerado grande repercussão nas redes, atraindo tanto consumidores locais quanto curiosos de outras regiões do país.

A farinha de mandioca é um dos símbolos da gastronomia paraense, presente na mesa de quase todas as famílias. A versão rosa surge como uma alternativa criativa que mantém a tradição ao mesmo tempo em que inova, agregando valor ao produto típico da região.

A produção ainda é artesanal e limitada, feita na zona rural de Óbidos. Marlisson e a esposa seguem aprimorando o processo para atender à crescente demanda que surgiu após os vídeos viralizarem.

O sucesso da farinha rosa demonstra o potencial da criatividade rural paraense em transformar produtos tradicionais em novidades que ganham espaço no mercado nacional.