Publicado em 11 de junho de 2026 às 10:14
A Justiça determinou a soltura dos dois homens que estavam presos no âmbito das investigações sobre o desaparecimento de José Arthur, de 1 ano e 9 meses, ocorrido em Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. A decisão foi tomada após o encerramento do prazo da prisão temporária, sem que fossem reunidos elementos suficientes para justificar a medida cautelar.>
Roselândio Castro de Almeida e Evandro Firmino da Silva, vizinhos da família da criança, haviam sido presos no dia 14 de abril e permaneciam custodiados na unidade prisional de Parauapebas. Com o fim do período de 60 dias da prisão temporária, a Justiça autorizou a liberdade dos investigados.>
Conforme informações divulgadas pela defesa da família de José Arthur, as diligências realizadas até o momento não identificaram provas concretas que apontassem a participação dos suspeitos em qualquer ação relacionada ao desaparecimento do menino. Diante da ausência de provas, as prisões não foram consideradas legalmente cabíveis. >
José Arthur desapareceu no dia 26 de março, na Vila Peruana, localizada no Assentamento Lourival Santana. Segundo familiares, a criança brincava nas proximidades da residência onde morava, às margens da BR-155, quando deixou de ser vista. Desde então, o caso mobiliza autoridades e moradores da região.>
Ao longo das buscas, equipes das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Marinha realizaram operações em áreas de mata e rios. Os trabalhos contaram com apoio de cães farejadores, drones e equipamentos especializados utilizados para varreduras em pontos considerados estratégicos.>
Apesar dos esforços durante as investigações e nas buscas realizadas nos últimos meses, a criança continua desaparecida. O inquérito segue em andamento sob sigilo, enquanto a Polícia Civil mantém as apurações para esclarecer o caso.>
As autoridades reforçam que qualquer informação que possa contribuir para a localização de José Arthur pode ser repassada de forma anônima por meio do Disque-Denúncia, pelo número 181, ou diretamente à delegacia responsável pela investigação.>