Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 09:57
Alane Dias é um verdadeiro sucesso com seus looks no Carnaval 2026. A musa paraense, que irá desfilar pela Grande Rio na Marquês de Sapucaí, vem repercutindo entre os internautas ao utilizar roupas e fantasias que reutilizam materiais considerados descartáveis.>
Esse look foi criado com o propósito de exaltar o reaproveitamento de materiais. Alane usou mais de 3 mil grampos de cabelo, um item simples e cotidiano, para criar textura, brilho e estrutura.>
A ideia foi mostrar que a criatividade não depende de materiais caros ou óbvios, mas sim de olhar e intenção. Para fazer um look como esse, basta pegar materiais que você já tem em casa, como grampos, clips ou até papel alumínio, e começar a criar a estrutura no corpo. A chave é usar a imaginação para transformar o que parece simples em algo inovador, unindo praticidade e estilo.>
Esse figurino é uma homenagem aos costureiros e costureiras que fazem o Carnaval acontecer. Para sua construção, ela usou fita métrica, zíperes, botões e materiais reutilizáveis, trazendo para o corpo elementos que normalmente ficam restritos aos bastidores.>
A ideia foi transformar ferramentas de trabalho em parte do look, dando destaque ao trabalho artesanal e ao processo criativo dos profissionais que estão por trás da produção das fantasias. O visual celebra a moda como uma arte que começa na costura e se transforma em performance no palco.>
O figurino foi criado a partir de retalhos de um tecido com a arte do manguebeat, desenvolvida pela escola. As sobras desse material foram reaproveitadas e reorganizadas em uma nova construção, preservando a identidade visual do enredo e ampliando a vida útil da estampa criada para o Carnaval.>
A ideia foi dar continuidade à história do enredo, mantendo sua essência e ao mesmo tempo renovando o uso do tecido, mostrando como a sustentabilidade pode se unir à arte e à tradição do Carnaval.>
Criado a partir de lacres de plástico, o look propõe um novo olhar sobre materiais industriais. O plástico, normalmente considerado resíduo, se transforma em estrutura, forma e estética, mostrando como o que é descartado pode ganhar nova vida e valor.>
A ideia é quebrar a percepção de que certos materiais têm um fim apenas no lixo, oferecendo uma visão criativa e sustentável do que pode ser feito com eles no universo da moda e do Carnaval.>
Esse figurino foi criado a partir de uma roupa comprada no barracão da escola, que passou por uma intervenção direta no processo de criação. A peça original foi transformada com a aplicação de ilhós, criando novos recortes, ajustes e uma leitura diferente para o corpo durante o ensaio de rua.>
A proposta foi dar uma nova cara à roupa, trazendo elementos de customização que amplificam a ideia de transformação e inovação no Carnaval, mantendo a essência da peça, mas com uma releitura única e atualizada.>
O look faz referência visual ao mangue, presente no enredo da escola. Foi construído com cola quente, criando texturas orgânicas que remetem às formas naturais do manguezal. A ideia foi capturar a essência do ambiente, trazendo para o corpo as formas fluidas e únicas da natureza, enquanto reforça a conexão entre a arte do Carnaval e a preservação ambiental, com um toque criativo e inovador.>
A roupa é uma homenagem ao maracatu e foi construído a partir de ligas de cabelo e espelhos. Os materiais simples foram organizados para criar textura, brilho e movimento, dialogando com a força visual e simbólica do maracatu.>
A proposta foi unir referência cultural e experimentação de materiais, explorando novas possibilidades dentro do processo criativo do Carnaval, sem perder a essência e o impacto visual que essa tradição representa.>
O look foi desenvolvido com cabos elétricos e é uma homenagem aos eletricistas das escolas de samba. São eles que garantem luz, movimento e funcionamento dos carros alegóricos e da avenida.>
Ao usar os próprios cabos como matéria-prima, o figurino transforma um elemento técnico em parte da estética, criando um vínculo direto entre a prática essencial e o espetáculo. >