Justiça do Pará condena internauta que fez ofensas racistas a Ex-BBB Thelma Assis em live

A médica e apresentadora, que foi a campeã da edição de 2020, celebrou a condenação nas redes sociais.

Publicado em 9 de outubro de 2026 às 16:03

Apresentadora vence mais um processo contra declarações racistas em redes sociais -
Apresentadora vence mais um processo contra declarações racistas em redes sociais - Crédito: Márcio Ribeiro/Revista Quem.

Por Rui Guilherme Filho - Belém (PA)

A médica, apresentadora e Ex-BBB Thelma Assis, anunciou nesta quinta-feira (08), em uma postagem nos stories de sua conta no Instagram, que a Justiça do Pará condenou um internauta, que não teve o nome divulgado, a prestar um ano de serviços comunitários após ofender Thelma e a jornalista Luanda Vieira, da revista Glamour, de “macacas” em uma live conjunta entre as duas na mesma rede social.

Na postagem, a campeã da edição de 2020 comemorou a condenação, onde agradeceu a justiça paraense, onde foi aberto o caso, além dos advogados que atuaram no caso. Ao final da postagem, ela incentivou os seus seguidores a procurarem seus direitos quando forem vítimas de preconceito, além de demonstrar apoio a Luanda, a quem dedicou uma mensagem de reconhecimento:

Acabo de saber: ganhei mais um processo antirracista! Dessa vez, em uma live na qual fomos chamadas de macacas. O condenado vai prestar um ano de serviços comunitários (...) Lutem pelo direito de vocês! (...) @luandavieira todo meu respeito à sua existência e ao seu trabalho.

Thelma Assis -

Apresentadora, em postagem no Instagram.
Postagem original de Thelma -
Postagem original de Thelma - Crédito: Reprodução/Instagram @thelminha.

Não é a primeira vez que Thelma sofre ataques dessa natureza e vence na justiça, em junho deste ano, a apresentadora também venceu um processo contra o empresário Rodrigo Branco, por fazer declarações racistas durante uma live em 2020, na época em que estava confinada no reality. Na ocasião, Branco falou que Thelma era a favorita porque era uma “negra coitada”, além de também proferir injúrias contra a jornalista Maria Júlia Coutinho, na época, âncora do “Jornal Hoje", da TV Globo. O empresário foi condenado a pagar R$ 40 mil por danos morais, além de juros e correção monetária.