Laíse Santos analisa performance de Joelma no Rock in Rio

Paraense destacou a autenticidade da cantora e a força da cultura do Norte no palco do festival.

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Thaís Portela

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Publicado em 14 de setembro de 2026 às 20:27

(Jornalista paraense Laíse Santos)
(Jornalista paraense Laíse Santos) Crédito: Redes Sociais/Instagram 

A performance de Joelma no Rock in Rio ganhou uma análise especial da jornalista paraense Laíse Santos, que destacou a autenticidade da cantora e a capacidade de representar a cultura amazônica em um dos maiores festivais de música do mundo, realizado no último fim de semana, no Rio de Janeiro.

Aos 52 anos, Joelma estreou no Rock in Rio mantendo as características que marcaram sua trajetória. Para Laíse, a apresentação representa muito mais do que a participação de uma artista paraense em um grande evento: é também uma demonstração de identidade e resistência cultural.

Conforme a análise, Joelma não precisou abandonar suas raízes ou se adaptar aos padrões considerados dominantes no cenário musical brasileiro para conquistar o público nacional. O figurino, as botas, os cabelos e a energia no palco fazem parte de uma estética, uma identidade própria construída ao longo de décadas.

Laíse também ressaltou a capacidade da artista de estabelecer conexão com pessoas de diferentes regiões. Mesmo quem nunca esteve na Amazônia consegue compreender, por meio da música e da performance, sentimentos como alegria, emoção e vontade de dançar.

A apresentação também foi relacionada à força de outras artistas paraenses que vêm ocupando espaços de destaque e levando a cultura do Estado para além da região Norte, como Viviane Batidão.

Para Laíse Santos, a presença de Joelma no Rock in Rio simboliza, portanto, a força de uma cultura que não precisa deixar de ser amazônica para alcançar grandes palcos. A performance reforçou a identidade da cantora e mostrou ao público a potência da música produzida no Pará.