Marciele e Ana Paula falam sobre ritmos do Pará e exaltam a cultura musical no BBB 26

Conversa entre participantes chama atenção para a força do tecnomelody, brega e outros sons populares do Norte.

Publicado em 20 de março de 2026 às 11:59

Marciele e Ana Paula falam sobre ritmos do Pará e exaltam cultura musical no BBB26
Marciele e Ana Paula falam sobre ritmos do Pará e exaltam cultura musical no BBB26 Crédito: Reprodução/Redes sociais

Durante um momento descontraído no Big Brother Brasil 26, as participantes Marciele e Ana Paula colocaram a música do Pará no centro da conversa e acabaram abrindo espaço para um debate maior sobre a visibilidade dos ritmos nortistas no restante do país.

Enquanto relembravam experiências e preferências musicais, as sisters destacaram que, apesar da riqueza cultural da região, artistas e estilos do Norte ainda enfrentam dificuldades para alcançar reconhecimento nacional. A fala veio acompanhada de uma valorização espontânea dos sons que embalam festas e encontros no Pará, conhecidos pelo ritmo envolvente e pela forte ligação com a dança.

Entre os estilos citados, o tecnomelody e o tecnobrega apareceram como símbolos dessa identidade musical, além do brega e suas variações mais recentes, como o brega funk. Segundo as participantes, são músicas que dificilmente deixam alguém parado, marcadas por batidas animadas e letras que dialogam diretamente com o público.

A conversa também trouxe à tona nomes que ajudaram a levar a música paraense para outros estados, como Gaby Amarantos, reconhecida nacionalmente por popularizar o tecnobrega, e Joelma, que também carrega influências do ritmo em sua trajetória. Outro nome lembrado foi Manoel Cordeiro, importante na construção da sonoridade local, além do clássico Beto Barbosa, ícone que segue presente nas playlists populares da região.

Ao comparar com outros estados, como a Bahia, onde versões remixadas de músicas fazem sucesso, as participantes apontaram semelhanças com o que acontece no Pará, onde também há adaptações e releituras criativas, inclusive com influências internacionais.

O bate-papo, embora simples, reforçou um ponto importante: a música produzida no Norte tem identidade própria, público fiel e potencial para conquistar ainda mais espaço no cenário nacional.