Salgueiro nega cobrança de R$ 300 mil para Gkay desfilar no Carnaval 2027

Escola afirma que não exige pagamento para o posto de musa e diz que proposta era buscar marcas parceiras para projetos sociais.

Publicado em 30 de agosto de 2026 às 21:50

(Influenciadora digital Gkay)
(Influenciadora digital Gkay) Crédito: Reproduções/Redes Sociais

A polêmica envolvendo Gkay e o Salgueiro ganhou um novo capítulo. Após a informação de que a influenciadora teria sido cobrada em R$ 300 mil para continuar como musa da escola no Carnaval 2027, a agremiação se manifestou e negou que tenha feito qualquer cobrança pelo posto.

Em declaração ao portal LeoDias, Renata Frisson, diretora das musas do Salgueiro, afirmou que a escola apresentou às musas a possibilidade de buscar marcas parceiras para contribuir com projetos sociais da agremiação.

Segundo Renata, não teria sido estabelecido um valor obrigatório para que as musas pudessem desfilar. A proposta, de acordo com ela, seria a captação de parceiros e patrocinadores.

Gkay poderia desfilar mesmo sem parceria

A diretora também afirmou que Gkay não seria impedida de participar do desfile caso não conseguisse uma marca parceira.

Renata citou ainda uma situação ocorrida no Carnaval anterior. Segundo ela, Gkay teria sugerido a realização de uma “Farofa da Gkay” na quadra do Salgueiro, mas o projeto não avançou após reuniões entre as partes.

Mesmo sem a realização do evento, a influenciadora teria desfilado normalmente pela escola naquele ano.

Escola diz que proposta foi apresentada às musas

Renata afirmou que todas as musas teriam sido informadas sobre a iniciativa de buscar parceiros para apoiar projetos da escola e que a proposta não estaria condicionada à participação no desfile.

A diretora também criticou a forma como a situação veio a público e afirmou que esperava que Gkay tivesse procurado a escola antes de levar o assunto à imprensa.

A polêmica acontece em meio à preparação para o Carnaval 2027, quando o Salgueiro volta a organizar seu elenco de musas e os projetos que serão apresentados na Marquês de Sapucaí.

Até o momento, o principal ponto de divergência está na interpretação da proposta: enquanto surgiu a informação de uma cobrança de R$ 300 mil para a permanência de Gkay, o Salgueiro afirma que se tratava de uma iniciativa para buscar parcerias comerciais destinadas a projetos sociais, e não de uma taxa obrigatória pelo posto.

Com informações do portal Leo Dias