Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 18:16
O goleiro Paysandu, Gabriel Mesquita, falou sobre o momento complicado da equipe no Campeonato Paraense e projetou a decisão contra o Santa Rosa, pela última rodada da fase classificatória. Sem vencer há três partidas, o Papão soma sete pontos e precisa de um triunfo para garantir vaga na próxima fase sem depender de outros resultados.>
Titular em dois jogos recentes, incluindo o clássico contra o Clube do Remo, Mesquita destacou o esforço da equipe nas últimas partidas e reconheceu a queda de desempenho na derrota para o Cametá. Segundo ele, o time não conseguiu repetir o nível apresentado no Re-Pa. “A gente não colocou aquilo que pôde colocar, que foi ficar com a bola e criar nossas jogadas. Quando entramos no jogo já estávamos perdendo, e o campo e o calor também dificultaram”, afirmou.>
Para o goleiro, o confronto decisivo exige concentração máxima, principalmente pelas características dos jogos no interior. Mesquita classificou a partida como uma “guerra” e ressaltou que a equipe precisa corrigir os erros cometidos recentemente. “Esses jogos demandam muita concentração e atenção aos detalhes. Contra o Santa Rosa é mais uma decisão para a gente”, disse.>
Mesmo com a possibilidade de eliminação precoce, o jogador garantiu que o elenco está focado apenas na classificação. Segundo ele, o grupo trabalha para apresentar em campo o que vem sendo desenvolvido no dia a dia. “A gente se prepara para classificar o Paysandu, não pensamos em ficar fora. Vamos focar em ganhar o jogo e conquistar esse resultado”, declarou.>
Mesquita também explicou que o clube vive um processo de reformulação, com mudanças estruturais e aposta em jovens atletas, o que exige tempo para consolidação. “É um novo processo, com reformulação desde a diretoria até o elenco. Isso demanda paciência, trabalho e humildade, mas acreditamos que a médio e longo prazo os resultados vão aparecer”, avaliou.>
Por fim, o goleiro apontou a necessidade de maior regularidade para que o Paysandu consiga melhores resultados, principalmente fora de casa. Para ele, manter o nível de competitividade e repetir o desempenho apresentado no clássico pode ser o caminho para a recuperação. “Precisamos manter a regularidade, pressionar, construir as jogadas e competir no mesmo nível do adversário. Igualando a competitividade, nossa técnica pode sobressair”, concluiu.>